Esta é a história de uma foca. Não a da foca que aparece na imagem mas isso agora também é só um pormenor. |
segunda-feira, julho 04, 2005
A Racionabilidade dos Irracionais ...
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Caracolinha
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7:55 da tarde
20
folhinhas de couve
sexta-feira, julho 01, 2005
Os «Subsídiodependentes» ...
É vê-los por aí em cada esquina ... no café, no supermercado, debaixo de uma árvore, na praia, no centro de saúde, no centro comercial, enfim ... em todo lado menos em qualquer sítio onde os possam convencer a trabalhar !!!! Mas, dentro do espírito que representa o viver à conta dos nossos descontos, não os posso criticar. Se podem receber para não fazer nenhum, porque raio hão-de eles sequer ousar trabalhar para o fisco lhes meter a unha ao bolso e ir, com esse dinheiro, sustentar outros que passam o dia inteiro “a coçar micose” ???? Eu, felizmente tenho o prazer de observar, ao fim de semana e só ao fim de semana - sim porque EU trabalho – alguns desses espécimes ...e devo confessar que já tenho quase uma pós graduação em subsídiodependência ... o que aqueles tipos têm que saber ... foi precisamente ao conhecê-los melhor que comecei (QUASE) a admirá-los ... é que um gajo viver à conta do estado (ou, de nós) requer uma constante actualização de conceitos e um imenso jogo de cintura. Ficam aqui resumidas as 6 regras básicas de um subsídiodependente : Regra número um: ser jovem e gostar dos tempos livres; Regra número dois: nunca ter menos de dois filhos. Sim porque isso de ter só um filho é bom é para quem trabalha e que anda sempre a dizer que se vê grego para sustentar o único filho que tem... o lema do subsídiodependente é: «(...) isto meus senhores, tudo se cria, é preciso é que venham perfeitinhos... onde comem quatro comem cinco ... e sempre são mais uns euros por mês em subsídios (...)» há sem dúvida que ter visão estratégica...; Regra número três: falar o mais alto possível, que um gajo que anda nesta vida dos subsídios tem que publicitar as suas façanhas ... não convém é abrir muito o jogo não esteja por perto algum caçador furtivo que ainda não conheça uma ou outra regra e se vá fazer também a algum subsídio que até à data desconhecia... neste mundo da subsídiodependência, o segredo é a alma do negócio ... partilhas, só com os amigos do peito. Regra número quatro: queixar-se muito. A vida dum subsídiodependente é um mar de lamúrias, um oceano de choradinhos, uma vastíssima desgraça, um ilimitado queixume, um infinito carpir. Entre um cigarro, um café e um berro ao filho de quatro anos que, entretanto, anda solto pela rua há mais de 10 minutos, é ouvi-los a lamentarem-se... «vejam só... uma coisa que se resolvia só com um papel, agora obrigaram-me a ir a outro balcão buscar mais um formulário ... estes sacanas devem pensar que tenho o dia todo pr’andar nestas voltas». Regra número cinco (a minha preferida): saber tudo o que há para saber sobre números de impressos, guias, requisições, credenciais e afins. Um subsídiodependente que se preze informa-se, actualiza-se, procura, pergunta, investiga, anota, confirma, experimenta. Uma das coisas que mais gozo me dá é observá-los naquilo a que vamos designar por «troca de experiências» (troca de experiências com os «amigos do peito», é claro!!!!, vide regra número três). Assim que um experimenta um serviço novo, do qual desfruta, obviamente, sem pagar um chavo, toda a papelada que o levou a obter esse benefício fica gravada na sua memória qual pintura rupestre. Os subsídiodependentes tornam-se então veículos privilegiados de registos de subsídios, verdadeiros repositórios de informação de fazer corar qualquer Pentium 4. Regra número seis: um subsídiodependente fuma em quase 90% dos casos e tem que gostar de poder comprar tabaco à conta dos contribuintes. Até porque toda a gente sabe que o tabaco mata e, por isso mesmo, o subsídiodependente não gasta o dinheiro ganho com o suor que lhe escorreu da pele a comprar um produto que o prejudica. Assim fuma-o à conta dos papalvos e não lhe pesa tanto a consciência; E nós, meros «peões da classe operária» olhamos estupefactos para as notícias da televisão e percebemos que temos que continuar a alimentar, cada vez mais, com o dinheiro que nos levam todos os meses, toda esta máquina que não nos dá nada a nós. Sim porque ninguém nos pergunta se queremos fazer descontos para o estado. A única coisa que sabemos, seguramente, é que estamos desgraçados se precisarmos da justiça, dos hospitais, dos serviços das finanças, da segurança social, da polícia, das câmaras e dos outros todos. Quer dizer, todos estes serviços do estado chegam a nós ... aparecem é sempre tão tarde ... usualmente quando já não precisamos deles para nada... E enquanto uns se revoltam, outros regalam-se e coçam a barriga... porque têm muito tempo para isso. Caracol Subsídioanalista |
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10
folhinhas de couve
quinta-feira, junho 30, 2005
Nocturno

Espírito que passas, quando o vento
Adormece no mar e surge a lua,
Filho esquivo da noite que flutua,
Tu só entendes bem o meu tormento ...
Como um canto longínquo – triste e lento –
Que voga e subtilmente se insinua,
Sobre o meu coração, que tumultua,
Tu vertes pouco a pouco o esquecimento...
A ti confio o sonho em que me leva
Um instinto de luz, rompendo a treva,
Buscando, entre visões, o eterno Bem.
E tu entendes o meu mal sem nome,
A febre de Ideal, que me consome,
Tu só, Génio da noite, e mais ninguém !
Antero de Quental
Caracol Noctívago
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6:24 da tarde
15
folhinhas de couve
quarta-feira, junho 29, 2005
O meu Cão ...
Fui dar contigo por acaso num dia em que pensava em tudo menos encontrar-te. O calor puxava-me para a sombra, e para ti, mesmo sem o saber. Quando te vi pela primeira vez já estavas em boas mãos, nas mãos que primeiro me abraçaram, nas mãos de quem me deu a mim a vida. E que bem que estavas, parecia até que sorrias. Mas sim, sorrias mesmo, sorrias para mim como se soubesses que nunca mais nos íamos separar. Sorrias para mim como se já me adivinhasses todos os pensamentos, como se já pressentisses que era contigo que queria ficar. Como se já me conhecesses, como se sempre me tivesses conhecido. Assim que te peguei ao colo soube que sempre foras meu ... cabias-me na mão, de tão pequenino que eras. Moldaste-te à minha mão. Moldaste-te a mim. Senti-te seguro. Dei-te festas na esperança de te poder fazer sentir tão bem como tu já me estavas a fazer sentir a mim ... recebeste-as como quem recebe algo completamente novo e eu sorri, e voltei a sorrir sem conseguir parar ao sentir que a partir daquele dia não ia mais deixar que nada de mal te acontecesse. Lembro-me do homem que te trazia, lembro-me do desapego com que esticou a mão e me disse que te podia trazer porque ele tinha muitos iguais a ti... era um tonto aquele homem ... como se houvesse outro igual a ti !!!! Lembro-me quando te apercebeste que o espaço de casa não ia ser só partilhado por nós dois... lembro-me de ter assistido ao primeiro olhar que vocês, dois dos grandes amores da minha vida, trocaram ... lembro-me da alegria que foi, das lágrimas de emoção que rolaram, dos pulos de alegria ... e dos minutos que ambos passávamos a contemplar-te... como se só tu existisses. E nada mais. Lembro-me das visitas dos amigos ... foi um vai e vem de «tias» e «tios», todos a trazerem-te prendas e a apaparicar-te e tu, que mal davas meia dúzia de passos sem adormeceres, de pequenino que eras, chegavas a todos os carinhos e nunca desapontavas ninguém ... Lembro-me de te desfazermos os granulados que comias em água porque nem sequer tinhas dentes para os mastigar e de comeres aquela papa esmagada por nós com a mesma sofreguidão com que a terra absorve a água das primeiras chuvas, como que a dizeres que querias viver para nos fazeres muito felizes. Lembro-me dos teus xixis que povoavam a casa ... tantos e tão pequeninos, que pareciam gotinhas de chuva. Lembro-me das primeiras vacinas, da primeira ida à rua, e da primeira vez que as almofadinhas das tuas patas sentiram a areia da praia ... como correste... correste como se o mundo todo se resumisse àquele areal, e tu estivesses a perscrutar cada continente, com a minúcia de um qualquer explorador. Vi-te crescer e partilho contigo o privilégio de seres meu, há três anos, vividos sempre com a intensidade que tu pões em tudo aquilo que me dás. Não falas. Nem precisas. Dizes-me tudo aquilo que queres e sentes-me antes de entrar pela porta. Conheces o meu cheiro. A minha voz, consegues distingui-la em todo o lado. Brincas comigo e fazes-me recordar tempos em que me rebolava no chão a rir à gargalhada de uma piada que só eu entendia. Como brincamos e nos divertimos os dois até ficarmos de língua de fora de tão cansados de pular e saltar. Como me desafias. Como aprendeste tudo. Como me ensinaste ... Por isso, meu amigo de todas as horas, conto sempre contigo para me espelhares os sorrisos e me lamberes as lágrimas. Adoro-te meu Cão. Caracol Reconhecido |
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Caracolinha
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6:44 da tarde
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folhinhas de couve
segunda-feira, junho 27, 2005
Queres-te Reformar???? Tem Calma, Só te Faltam 20 Anos para os 65 ...
Até nem me arrependia, não fosse ver que, de facto, a política é a «ocupação» - não uso a palavra «trabalho» propositadamente – que melhor serve os interesses daqueles que : gostam de ter uma boa «ocupação»; têm muitos amigos a quem dar «emprego» (de notar que «emprego» significa, em termos de dispêndio de energia, mais que «ocupação» mas menos que «trabalho», sim porque para trabalhar estamos cá nós!!!!; gostam de dar espectáculos de mau comportamento no Parlamento a rirem-se na cara daqueles que estão a falar (pelo menos, a mim, os meus pais ensinaram-me que isso é falta de educação ...); têm défice de atenção, sim porque nas imagens que exibem do Parlamento, enquanto 10% do total das bancadas escutam atentamente (ou então dormem de olhos abertos) aquilo que diz o orador, os restantes 90% estão na calhandrice ou a falar ao telefone - deviam, por isso, ter aulas de estudo acompanhado no sentido de diminuir o elevado índice de dispersão que apresentam; gostam de falar para microfones; não sabem o que é que hão-de fazer a tantas regalias que têm; aqueles que são putos com as fraldas quase agarradas ao rabo (alguns deles sem sequer serem licenciados, o que não deixa de ser curioso quando nos nossos dias quase que exigem uma licenciatura a um empregado de balcão) e que gostam de se armar em respondões com aqueles que lhes proporcionaram a liberdade para poderem ser malcriados sem irem bater com os costados a uma qualquer prisão ... enfim tudo isto e mais tudo aquilo de que me lembraria depois de assistir a mais 5 minutos de debate.
E esse é o lado perverso das campanhas eleitorais ... os gajos vão para as praças lambuzar-se com as beiças das peixeiras e os cumprimentos engordurados dos homens do talho, sujar-se com a baba das criancinhas nas quais insistem sempre em pegar ao colo, principalmente se por perto estiver algum fotógrafo ou alguma estação televisiva. E é vê-los, que nem peixe na água a distribuir sorrisos, aventais, bonés e ... em casos mais extremos, electrodomésticos !!!!
Depois assistimos a cenas irreais como aquela que a minha amiga «Lóla» tão bem conta ... em plena campanha o candidato generosamente distribui electrodomésticos à população que, à boa maneira da pedinchice portuguesa, o cerca e se esgadenha e acotovela por uma faca eléctrica, e, no meio desta confusão, diz uma senhora com um ar muito deprimido ... «olhe, muito obrigadinha pelo frigorífico que me deu ... agora só me falta ter luz em casa...» e o candidato responde, com um ar que denotava algum melindre e impaciência: «luz, agora querem luz ... vocês querem tudo !!!!!, uma coisa de cada vez ... ».
... e já gozas, até porque toda a gente sabe que os frigoríficos funcionam a pilhas.
Onde eu também gosto muito de os ver é nas visitas que fazem aos lares da terceira idade e das palmadinhas que dão nas costas dos velhinhos enquanto perguntam com a maior desfaçatez do mundo: «então?? como é que isso vai?? vai benzinho??». Vai muito bem muito obrigado, com as reformas de merda que lhes pagam vivem num desafogo ...trabalharam uma vida inteira para chegar à velhice e pensar se hão-de comprar o medicamento de que precisam ou se hão-de comer até ao fim do mês ... porque, na grande maioria dos casos, as duas coisas ao mesmo tempo é que eles não podem fazer, porque o dinheiro, pelo menos o deles, não estica. Vão muito bem, obrigado, com uma assistência hospitalar de primeira água e cuidados de saúde atempados, a maior parte deles, morrem da doença, ou da falta de cura. Vão muito bem obrigado, passam dias inteiros a jogar às cartas num qualquer banco de jardim porque não sobrou, nem uma moedinha de Euro2004, dos milhares de milhões que se gastaram a construir estádios, para construir centros de dia com actividades que os pudessem estimular para que não vissem os dias, simplesmente, a passar por si. Vão tão bem os velhinhos deste país, felizes e contentes, porque eles, como nós, têm muitas razões para isso.
Mas é disto que vemos aos magotes sempre que há campanhas eleitorais, um festim de exibicionismo, um discurso preparado ao pormenor, operações de charme à conta dos incautos que ainda acreditam que eles andam lá para fazer bem a alguém.
E agora lembraram-se de que vamos bulir até aos 65 anos ... parece-me uma medida muito inteligente até porque, como não fecham dezenas de fábricas todos os dias, o aumento do investimento em Portugal cresce a olhos vistos e há um emprego em cada esquina para todos nós, basta para isso que queiramos trabalhar... ATENÇÃO, não estou com esta do «emprego em cada esquina» a sugerir que nos dediquemos todos à prostituição, que as raparigas já se queixam que a vida para elas também anda má e não querem (mais) concorrência.
Sugeria então, que a nossa nobre classe política, começasse por se deixar contagiar por este espírito de Robin Hood, e se desfizesse de ainda mais regalias para que, neste cantinho à beira mar plantado, parássemos de tapar a cabeça e destapar os pés e vice-versa; para fazermos de Portugal um país de que nos possamos realmente orgulhar por tudo aquilo que ele nos dá e não termos só orgulho em ser Portugueses porque somos Vice-Campeões Europeus e temos um seleccionador Brasileiro que nos quer fazer acreditar que é por causa dele que descobrimos que devemos ter orgulho num país que lhe paga a ele, largos milhares de euros por mês ... assim também eu tinha muito orgulho de Portugal...
Caracol Comentador
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8:41 da tarde
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folhinhas de couve
sábado, junho 25, 2005
Querida, Mudámos-te a Sala ...
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4:53 da tarde
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folhinhas de couve
sexta-feira, junho 24, 2005
Florbela Espanca, Como Só Ela Sabe Ser ...
| «Sou pagã e anarquista, como não podia deixar de ser uma pantera que se preza (...) Nem saúde, nem dinheiro, nem liberdade. A pantera está enjaulada, até que a morte lhe venha cerrar os olhos, e da sua miserável carcassa cinzele um tronco robusto a latejar de seiva, ou uma sôfrega raiz a procurar fundo a água que lhe mate a sede...» (in Vol. V, carta nº 156) Um Caracol Poético |
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9:07 da tarde
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Florbela Espanca, Uma Mulher que Viveu Antes do Seu Tempo ...
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Caracolinha
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8:57 da tarde
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Siddhartha
O que procuramos ?? Do que corremos atrás ?? |
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quinta-feira, junho 23, 2005
Quem Somos ????
O CARACOL terrestre é um molusco que pode ser encontrado em sítios tão variados como jardins, campos com vegetação, vinhas, debaixo de pedras, plantas e em muros e paredes de casas.
Em termos reprodutivos o CARACOL é hermafrodita, o que equivale a dizer que possuí os dois sexos, mas, independentemente dessa característica, os adultos acasalam (valha-nos isso !!!!). De cada par fecundado obtém-se uma dupla desova. O acasalamento e a desova ocorrem geralmente duas a quatro vezes em cada ano. A quantidade e tamanho dos ovos dependem da espécie e das condições ambientais.
Os CARACÓIS possuem uma «casa» em forma de espiral, onde todo o seu corpo se insere. Esta casca protege-o da chuva, do sol e do vento, mas também lhe permite respirar, uma vez que contém uma cavidade por onde passa o ar. 99% desta «casa» consiste em material mineral, essencialmente carbono de cálcio, constituindo um terço do peso total do CARACOL. Cresce com o próprio animal e, ao atingir a idade adulta, ganha um bordo mais rijo.
Os CARACÓIS Helix põem 50 a 80 ovos em cada postura com um diâmetro de aproximadamente 3 mm. Os Caracóis Achatina põem até 700 ovos de maior diâmetro, que chegam a atingir os 10 mm.
O CARACOL terrestre desenvolve-se bem em temperaturas que vão dos 18º aos 20º C, e com índices de humidade de 70 aos 80%, razão pela qual saem usualmente depois de chover.
Em condições ambientais normais estima-se que cada CARACOL da espécie Helix aspersa gera aproximadamente um kilo de CARACÓIS (cerca de 100 CARACÓIS). O peso médio de um CARACOL adulto desta espécie chega às 15 gramas e o tamanho da «casa» varia dos 1,5 mm até aos 50 mm de diâmetro. Os CARACÓIS Helix vivem entre 4 a 5 anos.
A sua velocidade de deslocação é, em média, de 4 a 10 metros por hora. A sua actividade é priviligiada em três períodos, durante a Primavera, Verão e Outono, nos quais se desenvolve e reproduz.
Fica feita a apresentação.
Caracol Pedagogo
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Caracolinha
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8:19 da tarde
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folhinhas de couve
quarta-feira, junho 22, 2005
Uma Nova Porta que se Abre a Todos os Amigos
| Aqui se abre um novo espaço de partilha de emoções, histórias e ideias, umas mais, outras menos conseguidas, que isto da escrita, como tudo na vida, segue ao sabor da maré do estado de espírito ... Esta aventura começou quando uma Vespinha e um Mocho me disseram: «e se para além de andares a "espreitar" nos blogs dos outros (este meu voyeurismo !!!!!!) criasses o teu próprio blog para nós "espreitarmos" também????» E aqui está, graças a estes amigos de sempre, que eu amo de verdade, que me iniciei nestas lides cibernéticas. Que este seja mais um ponto de encontro de amigos de hoje e de amigos de futuro. De conjugação e descoberta de interesses. A todos aqueles que aparecerem no blog do CARACOL, que sejam bem vindos à minha humilde casquinha ... Caracol Estreante |
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Caracolinha
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